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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Eu amo as pessoas mais do que elas pensam que eu as amo. Penso nelas mais também. Não é sempre que digo o quando os amo. Tenho uma grande dificuldade em demonstrar qualquer sentimento a qualquer pessoa. Sou apaixonada por crianças, sensível pelos adolescentes, com suas dúvidas e tristezas, porque eu já estive lá tb.

Fliperama, totó, futebol de moeda ainda são meus preferidos. E brinco sempre que posso. Ainda tenho o Pense Bem que ganhei com 10 anos. Perdi as peças do meu Vira Montro Vira Herói nas férias. Era meu preferido. Briquei muito de Playmobil.

Adoro parque de diversão, meu preferido é o carrinho de batida, mas nunca vou, porque não tenho companhia e tenho vergonha de ir sozinha.
O Pateta é meu personagem preferido da Disney, o chapolim (pode ser que sim, pode ser que não, mas o mais certo é quem sabe) meu super-herói, Seu madruga, Kiko, quase nada, tripa seca... (churin churin fun flais)

Amo patinar.

Gostaria de ser 10 anos mais velha.

Sou tímida, acredite ou não. Tenho vergonha de tanta coisa simples, corriqueira e idiota que nem consigo relacionar aqui.

Assisti muito Jaspion, Spectroman, Vila Sézamo, Thundercats, He-man.
Hoje continuo assistindo Vila Sézamo e também assisto bob esponja e padrinhos mágicos.

Tenho todas as animações da Pixar e também tenho o clássico “The Wizard of Oz” de 1939 (If happy little bluebirds fly beyond the rainbow why, oh why can't I?).

Adoro assistir De volta para o futuro até hoje.

Odeio papo de salão de beleza.

Sempre fui ‘tomboy’ e só agora vejo que isso não é motivo nenhum de vergonha. Quando jovem, era “forçada’ a gostar de coisinhas femininas, mas eu me interessava mesmo em brincar com os meninos. Não sou menos feminina por isso. Gostaria de ter tido essa visão naquela época e ter aproveitado mais.

Já cheguei no final do Sonic e capturei o Dr. Robotnik e suas esmeraldas. Também já capturei a Carmen Sandiego, meu vídeo game predileto.

Adoro os filmes do Jackie Chan e os Rush Hour (I, II e III) com o Chris Tucker, que pra mim é uma das pessoas mais engraçadas de já vi (You know this... maaaaaan).

Amo o Didi (Mocó Sonrisal Colesterol Novalgina Mufumbo), Mussum e o Zacarias. Do Dedé eu nunca gostei. Vai entender...

Acho e sempre achei a Madonna uma pessoa extremamente desnecessária (foi o melhor que consegui pra descrever). A mesma coisa sobre a Xuxa.

Cresci ouvindo Michael Jackson, continuei ouvindo neste e nos últimos anos. Chorei e lamentei muito a morte dele. Sem contar sua genialidade, que não há quem não reconheça. Acredite ou não, eu nunca consegui enxergar nada de “bizarro” nele. Achava ele bonito quando era nova e depois de adulta continuei achando ele um homem muito atraente e charmoso, dono do sorriso mais lindo que já vi. É sério isso.

Ouvi muito A-ha, Diana Ross, Luther Vandross, Whitney Houston, Aretha Frankin, Stevie Wonder, Lionel Rithie, simple red. São só alguns dos muitos responsáveis pelo meu inglês de hoje.
Na minha opinião o Slash é o melhor guitarrista que o mundo já viu, mas eu gosto muito do Carlos Santana também. Adoro a voz do James Hetfield. The unforgiven e Nothing else matters são as minhas preferidas. Adoro os Beatles e Pearl Jam. Nunca gostei dos Rolling Stones nem do Elvis.

Melhor eu resumir dizendo que gosto de música e pronto. Boa música, aliás. Instrumental, clássica, Seu Jorge, Djavan, Toquinho, Sandra de Sá, Tom Jobim, Vinícius também... Poucos brasileiros... Sempre gostei mesmo é de língua estrangeira. Aprendi inglês ouvindo música e, ao contrário do que muitos falam, não me gabo por isso, até porque não foi uma coisa que eu decidi, aconteceu. Eu preferia ficar lendo gramática e estudando as letras das músicas, tentando falar igual aos cantores e depois traduzir. Isso pra mim era, e ainda é, diversão. Faço isso até hoje e me machuca muito quando alguém faz piada sobre isso.

Odeio falar ao telefone.

“The Simpsons” e “two and a half men” são meus programas preferidos. Assisto TODO dia.

Queria ser aero-moça. E quando vejo uma, meu olhos se enchem d’água... Acho que é dentro de mim aquela vozinha de décadas atrás lamentando um destino que poderia ser, do qual eu me desviei.

Adoro olhar pro céu, ficar no sol, primavera e o verão. Tenho medo de filme de terror, choro com cena triste até de desenho animado.

Gosto de ler biografias, livros infantis e científicos.

Eu adoro parque de diversão. Meu brinquedo preferido é o carrinho de batida. Mas fico só olhando porque não tenho companhia e tenho vergonha de ir sozinha.

Há muita gente da minha família de quem eu não gosto e há muita gente que eu tenho como família e amo incondicionalmente.

Sonho em ter 6 ou mais filhos, apesar de achar que nunca vou ter, ou me casar. Mas isso não me preocupa, não sei por quê.

Toda vez que ouço “Menininha” do Toquinho, choro copiosamente.

Vejo claramente minha personalidade de hoje em vídeos de mim pequena. E penso que, adulta, faria ou diria a mesma coisa dita ou feita no vídeo.

Fiz cirurgia plástica e não escondo. Acho ridículo quem faz isso.

Hoje em dia já não lamento a morte do meu pai. Lamento o fato de meu irmão mais novo de um dos piores que mesmo estando vivo e morando na mesma casa, é mais ausente do que o meu.

Nunca acho que meu cabelo está bonito.

Não gosto da Rede Globo, não sigo opinião de colunista de jornal e odeio chocolate em barra.

Nunca gostei de palhaço quando criança e ainda não me simpatizo com eles. Mas a vovó Mafalda era legal.

Sou fascinada pelo “Cirque Du Solei”.

Ainda tenho os albums Arca de Noé e Plunct Plact Zum.

Ainda não esqueci o sorvete que a minha mãe me prometeu quando eu tinha 6 anos para que eu parasse de chorar quando eu caí no chão da escola e tive que levar uns pontos na pálpebra. Ela me deu vários sorvetes depois disso, mas AQUELE que ela me prometeu, ela nunca deu. Hoje eu sei o valor de uma promessa.

Não minto. Nunca. E toda vez que eu descubro uma mentira que alguém disse pra mim, eu percebo o quanto eu sou idiota, aí alguém me fala outra mentira e eu acredito de novo.

Odeio quando insistem comigo pra ir a algum lugar ou fazer algo a que já neguei.

Cresci lendo gibi da Turma da Mônica.

Tenho amigas de décadas. Adoro dizer isso.

Meu apelido é Babá pra só uma pessoa: a mais especial da minha vida.

Não gosto de falar muito.


Acabo de entrar na terceira década da minha vida. Normalmente eu escrevo algum texto parecido com esse toda vez que faço aniversário e costumo ler os anteriores. Não sei se já postei algum deles aqui, mas escrever e guardar o texto numa pasta no computador é rotina pra mim. Rotina que eu mantive dividida com a alimentação deste blog por pouco mais de 2 anos, da qual me despeço com este último post.