Lou Pearlman, ex-empresário e criador dos fofos do grupo Backstreet Boys, foi sentenciado ontem a nada menos que 25 anos de prisão por lavagem de dinheiro, conspiração e por abrir um pedido falso de falência. A dívida passa dos 20 milhões de Dólares. Em março, ele já havia admitido ter feito fortuna em falsificação de contas de cheques, venda de ações inexistentes e contas de investimentos falsas, para evitar uma pena maior no julgamento de ontem. Em junho do ano passado, o FBI achou o cara lá em Bali, na Indonésia, de onde ele foi extraditado aos Estados Unidos e está preso desde então.
Antes que você pense que meu blog agora virou mais um daqueles que contam fofoca da High Society, vou logo ao meu ponto: Gostaria de fazer uma pequena comparação com a justiça brasileira. Aqui, 25 anos é pena pra assassino. Roubar um dinheirinho? Ixe, não dá em nada não! Exemplo disso é a CPI dos cartões corporativos, cujos saques, em 2007, alcançaram a bagatela de 58 milhões de Reais, que virou mais uma pizza: não deu em absolutamente nada.
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